quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sinopse, resumo e prefácio - Volume 1

Sinopse (orelha da capa):

O mundo dos homens é protegido do mundo de malignas criaturas por uma barreira dimensional. Frágil e sob constante ameaça, ela é protegida por doze guerreiros sob os signos das estrelas: os Guardiões.

A missão desses jovens, que contam com poderes sobre-humanos, é evitar que catástrofes tomem o mundo, fechando uma fenda na barreira e impedindo a passagem dos monstros. Porém, por mais que tenham incríveis poderes, as fraquezas inerentes aos humanos – o amor, o ódio, a vingança e a hesitação – continuam presentes, tornando a missão um pouco mais difícil do que parecia ser...


Resumo (contra-capa)


Anne Soares tem 22 anos, é órfã de mãe e vive em uma mansão no Brasil, esquecida pelo pai empresário. Sua vida, aparentemente confortável, muda quando é atacada durante uma festa por um estranho ser. Sua surpresa é ainda maior quando dois jovens desconhecidos aparecem para salvá-la e falam da existência de outra dimensão: o mundo youkai, onde vivem demônios, invejando e cobiçando o mundo dos humanos.

Antes que pudesse avaliar o assunto, a jovem é convencida a partir para o Japão, como a Guardiã do signo de Câncer, na missão de evitar a abertura total da fenda dimensional que permite a passagem dos youkais para o seu mundo. Embora nem mesmo Anne acredite ter tal poder, ela é ansiosamente aguardada por uma francesa, Sofie Gautier, antiga Guardiã de Áries incumbida de reunir esta nova geração de guerreiros.

Lá, a moça se depara com uma realidade muito além da que conhecia: treinamentos difíceis, massacres na cidade e o temor por Kuro, um monstruoso rei que planeja tomar o mundo humano.

Seria Anne realmente a Guardiã esperada por todos para compor a equipe? E se fosse, conseguiria aprender em meses tudo aquilo que os outros aprenderam durante toda a vida?


Prefácio (Por Petit Ange)

Um velho ditado diz que “coisas boas chegam quando menos se espera”. Nostalgicamente, é assim que me sinto quando lembro de Guardians. Há, pelo menos, duas situações onde tive contato com a mesma história. Pelas indicações de duas pessoas, cuja minha memória infelizmente não reteve, mas cujo meu coração agradecerá até o fim dos tempos, estive cara-a-cara com o site onde esta história era originalmente publicada.
Na primeira vez, lembro-me de ter olhado por cima. Um pensamento de “como é grande!” passou-me pela cabeça _ sem nenhuma intenção de duplo sentido _, e veja só, eu gostara dos desenhos, mas não da sinopse.
Criada rodeada de mesmos plots, onde o bem e o mal digladiavam-se, ao melhor estilo Power Rangers e alguns tokusatsu, a idéia pareceu-me, inicialmente, ao mesmo tempo manjada e nada atraente. A primeira vez em que tive contato com essa história foi durante cinco minutos, talvez até menos, e logo abandonei o site, pensando que jamais o veria de novo.
Não saberia dizer quanto tempo se passou, mas “a justiça tarda, mas não falha”. Este ditado também se aplicou a essa situação.
Uma segunda pessoa, com a mesma animação da primeira, veio até mim e mais uma vez apresentou-me uma história que eu já tinha visto. Quando novamente entrei no site, ela estava adiantada ainda mais. “Nossa” _ meu segundo pensamento. E, então, num misto de curiosidade e uma sensação de derrota, imagino, dei de ombros e comecei a leitura.
Lembro-me perfeitamente que, ao fim do primeiro capítulo, tive a impressão de que alguém estivesse me dando um tapa na cara. Quem sabe, até mesmo rindo da mesma. E eu estava, apesar de toda a humilhação e surpresa, rapidamente procurando o link para o segundo capítulo. E, logo, para o terceiro, e assim sucessivamente.
Porque é assim que Guardians nos faz sentir. Ou melhor, é esse o seu feitiço: ele está lá, pronto, e você não pode escapar dele, só percebendo esse fato quando já é tarde demais.
Mas não, longe de ser algo ruim, a Lucy faz isso parecer tudo o que você sempre quis, com aquela habilidade única dela em criar uma narração que mistura a comédia e o drama, a humanidade e as suas piores e melhores qualidades, e uma coletânea de personagens absolutamente adoráveis e identificáveis. Há até mesmo aquela pitada de sobrenatural, de fantasia, algo que apenas enriquece ainda mais uma obra que já é épica por si só.
Desde o princípio, Guardians foi, para mim, uma história cheia de potencial, assim que livrei-me daquela impressão de “clichê” que ela passou-me, numa primeira observação.
E acredito, piamente, que Lucy conseguiu explorar todos os recantos que estiveram ao seu alcance. Outros, porém, ficaram lá, latentes, esperando, porque este universo que ela tão carinhosamente criou _ o Japão com sua barreira, seus monstros caricatos, seus antagonistas meio-humanos, e os poderes que os Guardiões possuem _ é tão infinito quanto a imaginação dela e de seus leitores.
Lembro-me, assim, de um dia quando cheguei à ela e finalmente tive a coragem de perguntar algo que estava em minha cabeça há tempos.
_ Lucy, querida, eu poderia criar uma história relacionada à sua?
Foi este o início de uma saga entrelaçada. Afinal, “duas cabeças pensam melhores que uma”, e havia uma variedade tão imensa de coisas a serem exploradas que eu, sinceramente, nem sabia por onde começar.
Com a sincera e animada permissão da autora, esboçara uma espécie de saga paralela, cuja única ligação verdadeira e genuína com a saga original era um personagem que, futuramente, daria nascimento a doze novos personagens de minha autoria, mas ligados intimamente ao universo da autora original. Esperanto:Solfege foi, imagino, o começo e a permissão para uma grande variedade de idéias que vieram depois.
Juntamente, veio O Dia em que um Herói Morreu, onde Demiris explorou um marcante acontecimento da saga original sob a ótica de outra geração (mas, até onde me lembro, esta veio antes até que a minha obra...), veio Senhora das Montanhas, da talentosa Josy, onde a mesma explora o futuro de um dos Guardiões, adicionando um novo personagem que, ao fim, acabou tornando-se importante para a saga. Veio Serpentarius (uma história na qual Stormy, o autor, adicionou para a saga Guardians o famigerado décimo terceiro signo) e, há pouco tempo, Solaris: Dawn (onde Lion explora o passado desta história).
Cada uma dessas várias obras com as quais a saga da Luciane foi abençoada trouxe um novo elemento, uma novidade, algo com o qual podemos vibrar tanto quanto a própria história. Elas, até lembro-me, chegaram a mencionarem-se umas às outras, no fim, porque, como eu disse, o universo de Guardians é imenso e valoroso. Eu agradeço a cada um deles, por histórias tão deliciosas e por serem fiéis até o fim à mitologia Guardians.
Imagino que a autora original não imaginasse que, um dia, sua tão modesta obra alcançaria este número de seguidores fervorosos, este número de pessoas apaixonadas e sempre prontas a contribuírem e, principalmente, a grande quantidade de amigos que vieram graças a sua história, uma vez que foi quase uma questão de honra eu sugerir esta história pela internet afora, para outros conhecidos, que no fim ficaram tão ou mais apaixonados do que eu.
Também preciso agradecer a desenhista, Ana, que deu sua alma para que Guardians sempre tivesse lindas ilustrações, que nos ajudavam a visualizar as situações e personagens e, mais do que isso, admirá-la sempre mais e mais por seu trabalho perfeito. Sei que, hoje em dia, ela está mais atarefada do que nunca, mas até o fim esteve contribuindo para esta saga épica. Também só tenho a agradecer a ela.
E, claro, o maior dos agradecimentos vai a própria autora que, com seu esforço e dedicação, sempre nos presenteou com novos capítulos e novas emoções. Aqui está o fruto da sua paciência, Lucy, e todos nós, leitores que esperávamos ansiosamente todos os dias por novas atualizações e pelo fim de uma saga, estamos vibrando junto com você.
Este, tenho certeza, é só mais um passo dos milhares que Guardians ainda dará. Porque, e disto também estou certa, ele simplesmente nasceu para isso. Para cativar e conquistar.
Por isso, obrigada, Lucy, por jamais ter desistido de nós e por ter sempre suportado com santíssima paciência cada tropeço e cada enrolação, principalmente os dessa pessoa que vos escreve.
E que Guardians e tudo que dele veio tenham longa vida.

Petit Ange

4 comentários:

Lilian disse...

Adorei.... só de ter lido a sinopse estou anciosa para ler o livro todo!!!!

luciane_rangel disse...

Oi, Lilian!
Que bom que gostou. Fico feliz! =)
Beijos!

Giani Plata disse...

Lendo a sinópse me lembrei de um desenho que assisti quando eu era pequena.

Acho que o nome é Yo Yo Hakusho.
Fala do mundo youkai, dos demonios querendo romper a barreira entre os dois mundos, de pessoas escolhidas para proteger a terra e de mais um monte de coisas que não me recordo... (eu tinha uns 8 anos quando via esse desenho hihihi)

Vc se inspirou nesse desenho?

A história ficou ótima!

Parabéns!

Beijokas!

Luciane Rangel disse...

Oi, Giani =)

AMO Yu Yu Hakusho =) Mas, na verdade, tudo que tem em comum com Guardians é a mitologia japonesa dos youkais (presente em inúmeros animes, como Inu Yasha também, dentre muitos outros). Yu Yu Hakusho falava sobre um badboy que morre para salvar uma criança, e como essa morte foi inesperada (ele era tão ruim que nem Deus esperava que ele fizesse algo do tipo rs), não havia lugar para ele nem no céu, nem no inferno, então ele passa por vários testes para voltar ao corpo e, quando volta, é designado como detetive sobrenatural, e chega a ir ao mundo youkai (Makai) algumas vezes rs... Super-adoro! Mas não dá pra dizer que me inspirei, pq não tem muita ligação com o enredo de Guardians.

Mas fiquei feliz com a comparação, pq AMO YYH rs Geralmente o pessoal compara com Cavaleiros do Zodíaco, que não tem nada a ver (além dos signos rs), e é uma série da qual eu nem sei muito, porque nunca fui muito fã (curti na infância, apenas).

Beijos e obrigada pelo coment ^^